sexta-feira, 7 de março de 2008

Out of the blue II

As coisas únicas que nos prendem a atençao, sempre, tem um efeito nublado de mistério.
quando se vê uma pessoa bonita, a gente passa por mais o menos quatro etapas:
- MEUS DEUS DO CÉU O QUE É ISSO?
- Será que é solteiro (a)?
- o que raios é mais bonito nele (a)?
- mas se eu olhar bem os detalhes ... tem que ter algum defeito.. é, talvez nem seja tao bom( boa) assim..
Daí a gente vira pro lado pra ler um título de jornal por cima do ombro de alguém, ver se a barra da calça nao se desfez, ou se o celular tá com bateria...
É nesse momento que damos aquela olhadinha pra ver se o ( a) dita cuja ainda está lá...e...
-PQP!!! vai ser lindo (a) assim no inferno!!!

Mas como? a dois minutos eu tinha certeza absoluta que tinha decupado todinho o ser e que nem era tao " la´essas coisas"...

Essa é a exata sensaçao de ver um Monte ( renoir, picasso, degas...).
Primeiro. O baque.
Segundo. e tá tao perto de mim.
Terceiro. Como se faz isso, dio santo?
Quarto. Mas sao só riscos, que fácil, chega até perder a graça de tao simples...


É so se ditrair e voltar a olhar o quadro que se nota que o quao indecifrável ele é, que na sua nuvem de mistério há mais do que cores, riscos, texturas... há toda uma história, uma simbologia, uma vangurada criativa, uma unicidade nao presente mais nas criaçoes atuais.

Para quem quiser saber onde estao estas maravilhas
Museu de belas Artes
Av. Libertador, em frente a praça francia.
Buenos aires/AR.

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